Cenários clínicos

Exposição, atenção e relaxamento

Explore cada cenário e os controlos do clínico. Consulte a disponibilidade para a sua clínica; o catálogo inclui experiências em desenvolvimento.

Exposição

Exposição Controlada — Acrofobia (Elevador Panorâmico)

Cenário de exposição para acrofobia num elevador panorâmico de vidro. Inclui introdução a partir do átrio, cidade procedural e controlos graduados: piso de destino (1-50), transparência do vidro, opacidade do chão, distância ao bordo, velocidade, oscilação pelo vento, hora do dia, áudio de ancoragem, música de meditação e ações de segurança (abrir portas, saída de emergência, reposição).

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Acrofobia / Claustrofobia — Elevador Clínico

Cabina de elevador fechada com figurantes, sala de espera adjacente e áudio ambiente (AVAC, estalidos, alarme de emergência). Pensado para exposição gradual a claustrofobia e acrofobia ligeira através de 10 pisos, quatro tamanhos de cabina e modo de acidente opcional. O psicólogo controla a velocidade, a iluminação, os figurantes presentes, os sons e um acionador de saída de emergência.

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Amaxofobia — Condução

Exposição graduada à condução (amaxofobia), sob supervisão clínica. O paciente viaja como ocupante por um percurso gerado proceduralmente enquanto o psicólogo conduz a exposição a partir do painel: velocidade do veículo, densidade de trânsito, tipo de via (reta, curvas, encosta de montanha, via rápida, autoestrada), meteorologia, hora do dia e intensidade do movimento da cabina. Pode acionar eventos discretos (ultrapassagens de carro/camião, camião em sentido contrário, entrada brusca, travagem, veículo colado atrás, buzina, quase-colisão, túnel, lomba, cenário de acidente) e usar controlos de calma (parar na berma, reiniciar percurso, saída de emergência). Apoio terapêutico supervisionado, não é um teste de diagnóstico nem um dispositivo médico.

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Agorafobia — Cruzamento de Tóquio

Exposição gradual a espaços abertos e multidões (agorafobia), sob supervisão clínica, num cruzamento diagonal inspirado em Shibuya. O paciente começa debaixo de terra, no patamar de entrada de uma estação de metro (base segura, com torniquetes ao fundo), sobe a escada até à rua e avança por uma escala de exposição de 10 posições, de 5 a 100 m do abrigo coberto, ao longo do percurso diagonal. O psicólogo regula em tempo real a distância à saída (deslocações curtas a pé e longas com transição gradual), a densidade de pessoas (0–40 peões que atravessam com o semáforo e NUNCA se aproximam do paciente), o trânsito por vias com linha de paragem, a pressão social (apenas reduz a distância lateral, de 1,60 m para 0,55 m), a amplitude do espaço (coberturas do passeio e horizonte de nevoeiro), a hora do dia, o ciclo dos semáforos e o áudio urbano. Inclui regresso ao abrigo com um toque para reduzir a intensidade, pausa, movimento reduzido e saída de emergência. Apoio terapêutico supervisionado; não é um teste de diagnóstico nem um dispositivo médico.

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Sangue e agulhas — Sala de colheitas

Exposição gradual a sangue, agulhas e profissionais de saúde. Inclui sala de espera, chamada de turno, deslocação virtual e colheita com enchimento visível dos tubos. O paciente permanece fisicamente sentado; o psicólogo dirige cada fase e dispõe de orientação de tensão aplicada, mantendo o cenário visível e exigindo a retoma explícita do procedimento. O guião clínico e o desempenho nos óculos aguardam validação antes da publicação.

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Claustrofobia — Túnel

Exposição gradual ao confinamento, sob supervisão clínica. O percurso liga um elevador, um túnel e uma sala cujas paredes laterais podem aproximar-se gradualmente. O psicólogo controla o fecho das paredes, a velocidade de avanço e o ambiente sonoro, com pausa, movimento reduzido, reabertura da porta para reduzir a intensidade e saída de emergência. As transições respeitam os limites de conforto e suspendem-se durante a pausa e o relaxamento.

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Exposição a cocaína — Sala de estímulos

Exposição a estímulos associados ao consumo de cocaína, sob supervisão clínica. O paciente permanece sentado, sozinho a uma mesa, numa cave de betão escura. Sobre a mesa, sob um único foco suspenso, encontra-se o conjunto de objetos associado à substância. Os objetos são ESTÁTICOS: não existe sequência de preparação nem representação do consumo. O psicólogo gradua a exposição abrindo e fechando o foco com uma transição suave de cerca de 6 segundos, fazendo o estímulo surgir da penumbra sem mover os objetos. A substância é definida pela escolha do cenário. O paciente permanece imóvel durante a sessão. Inclui saída de emergência. Apoio terapêutico supervisionado; não é um teste de diagnóstico nem um dispositivo médico.

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Exposição a heroína — Sala de estímulos

Exposição a estímulos associados ao consumo de heroína, sob supervisão clínica. O paciente permanece sentado, sozinho a uma mesa, numa cave de betão escura. Sobre a mesa, sob um único foco suspenso, encontra-se o conjunto de objetos associado à substância. Os objetos são ESTÁTICOS: não existe sequência de preparação nem representação do consumo. O psicólogo gradua a exposição abrindo e fechando o foco com uma transição suave de cerca de 6 segundos, fazendo o estímulo surgir da penumbra sem mover os objetos. A substância é definida pela escolha do cenário. O paciente permanece imóvel durante a sessão. Inclui saída de emergência. Apoio terapêutico supervisionado; não é um teste de diagnóstico nem um dispositivo médico.

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Falar em público — Evento social

Exposição controlada ao medo de falar em público e à avaliação social, sob supervisão clínica. O paciente está de pé numa sala de reuniões e conversa frente a frente com uma interlocutora, enquanto pequenos grupos conversam à sua volta. A escala de exposição é a formalidade do evento, não o tamanho do público: quatro níveis levam a mesma sala de um convívio informal a uma receção formal (vestuário, registo, luz e exigência das perguntas), com um nível personalizado que respeita os ajustes manuais do clínico. O psicólogo regula a pressão em tempo real: número de pessoas à volta, atitude do grupo, pressão do olhar, murmúrio, perguntas guiadas ou espontâneas, silêncios desconfortáveis, risos próximos e distrações. Pode ativar opcionalmente o diálogo com IA, que capta a voz do paciente para a interlocutora responder; está desativado por predefinição. Inclui pausa, redução da intensidade e saída de emergência. Apoio terapêutico supervisionado; não é um teste de diagnóstico nem um dispositivo médico.

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Falar em público — Auditório

Exposição controlada ao medo de falar em público perante uma audiência numerosa, sob supervisão clínica. O paciente está no palco, atrás do púlpito de um auditório de congressos com 200 lugares, e o estímulo é o público: o psicólogo regula em tempo real a ocupação (da sala quase vazia aos 200 lugares ocupados, da frente para trás com preferência pelo centro), a atitude do público (amável, com olhares e acenos; neutral, com atenção dispersa; ou hostil, com olhares evasivos, pares a conversar e pessoas que se levantam e saem pelos corredores), a pressão do olhar, o murmúrio e a iluminação (sala iluminada, penumbra com foco no orador ou luz neutra de ensaio). Quatro níveis predefinidos levam a sala de uma conversa amável a um júri, com um nível personalizado que respeita os ajustes manuais. Dispõe de estímulos pontuais (aplauso, tosse, telemóvel a tocar, onda de murmúrios, todos a olhar e alguém a sair), de uma opção para acalmar o público, de pausa e de saída de emergência. Apoio terapêutico supervisionado; não é um teste de diagnóstico nem um dispositivo médico.

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Aracnofobia — Sala de aranhas

Exposição controlada a aranhas (aracnofobia), sob supervisão clínica. O paciente permanece imóvel diante de um viveiro de vidro fechado. O tamanho e o número de aranhas são escolhidos antes da sessão. O psicólogo inicia a formação progressiva de fendas no vidro com um acionador, reversível com «Cancelar as fendas», e pode parti-lo por completo com um segundo acionador. Um controlo de proximidade aproxima ou afasta as aranhas do paciente com uma transição suave de cerca de 12 segundos, sempre a partir do painel clínico. Inclui uma postura de ameaça pontual e saída de emergência. Apoio terapêutico supervisionado; não é um teste de diagnóstico nem um dispositivo médico.

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Aerofobia — Viagem de avião

Exposição gradual ao medo de voar, sob supervisão clínica. O paciente acompanha as fases de um voo comercial, da entrada na cabina à chegada ao destino. O psicólogo regula a ocupação, o lugar do paciente, a turbulência, o sinal dos cintos, a persiana, a iluminação, os eventos de cabina e os anúncios da tripulação. Inclui legendas, áudio de ancoragem, movimento limitado para conforto, pausa, redução da intensidade e saída de emergência.

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Atenção

Atenção — Cardume

Atividade de treino de atenção seletiva (apoio complementar supervisionado, não é um teste de diagnóstico nem um dispositivo médico). Em cada momento é pedida UMA espécie de peixe (mostra-se a sua silhueta ao paciente); o paciente fixa o olhar (fixação por head-gaze) sobre a espécie pedida para a capturar e somar pontos, ao passo que capturar outra espécie subtrai. O total de pontos é um índice de concentração para o clínico (não é mostrado ao paciente). O psicólogo controla a duração, a dificuldade, a velocidade dos objetivos, o volume e o som de acerto. Os indicadores da sessão (acertos, erros, precisão, atenção sustentada, velocidade de orientação) são apresentados no painel do clínico.

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Jogo de pares — Memória de trabalho

Atividade de emparelhamento de figuras para treino da memória de trabalho visuoespacial e da atenção, sob supervisão clínica. O paciente permanece sentado diante de um suporte curvo com cartas viradas para baixo e vira-as duas a duas, procurando os pares iguais. As figuras são silhuetas da marca, bem distintas entre si, e o verso é igual em todas. O ambiente tem POUCOS ESTÍMULOS de propósito: sala neutra sem janela, luz uniforme e nenhum elemento que compita com as cartas. O psicólogo define o número de cartas (de 4 a 24, sempre par), se o paciente seleciona com o OLHAR ou com o COMANDO, os segundos de estudo do tabuleiro antes de começar (0 = jogo clássico, sem fase de estudo) e o tempo durante o qual um par incorreto permanece visível. Cada nível tem o seu próprio cronómetro. O paciente NÃO vê relógio nem pontuação: o tempo e os pontos ficam no relatório. Apoio terapêutico supervisionado; não é um teste de diagnóstico nem um dispositivo médico.

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Atenção — Missão orbital

Tarefa de vigilância e atenção sustentada num miradouro orbital, sob supervisão clínica. O paciente identifica alvos entre estímulos visuais segundo uma regra definida antes da sessão: cor, figura, combinação de ambas, repetições ou inibição perante uma cor proibida. O psicólogo ajusta a cadência, a raridade dos alvos, os distratores, as janelas de resposta, o movimento e o ambiente sonoro. A resposta pode ser feita com o olhar ou com o comando. Inclui lembrete visual da regra, dificuldade adaptativa, pausa, reinício e marcação de eventos. Os indicadores de desempenho são apresentados ao clínico. Apoio complementar supervisionado; não é um teste de diagnóstico nem um dispositivo médico.

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Relaxamento

Relaxamento — Bolhas de Calma

Ambiente de relaxamento guiado por voz (apoio complementar supervisionado, não é um teste de diagnóstico nem um dispositivo médico). O paciente, sentado e imóvel, acompanha a sua respiração com uma bolha central que cresce ao inspirar e diminui ao expirar; a voz explica o exercício no início, conduz as primeiras respirações em sincronia com a bolha e acompanha com mantras de atenção plena, sempre em tom de convite. Opcionalmente pode ancorar o olhar em bolhas ambientais que reagem com suavidade. O psicólogo ajusta o ritmo respiratório, a densidade de bolhas, a paleta de cor, os volumes, a voz do narrador e a duração em tempo real. Sem biofeedback, sem pontuação, sem equipamento adicional.

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Relaxamento — Passeio consciente no parque

Passeio de atenção plena guiado por voz num parque ao amanhecer (apoio complementar supervisionado; não é um teste de diagnóstico nem um dispositivo médico e não substitui um tratamento). O paciente avança com uma deslocação suave por um percurso com paragens em sete zonas: ancoragem inicial, caminhada consciente, atenção sensorial, desfusão ao observar folhas levadas pelo riacho, soltar um seixo no lago, exploração corporal num banco e encerramento. O psicólogo escolhe a voz do narrador e a duração antes de iniciar; até 22 minutos utiliza-se o percurso curto, sem lago, e entre 23 e 35 minutos percorre-se todo o parque. Pode ajustar o ritmo do passeio, o momento do dia e os volumes de ambiente e música. Inclui respiração guiada configurável, movimento reduzido (transição gradual e teletransporte) e interações opcionais com o olhar, sem retícula nem ponteiro.

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Relaxamento — Passeio consciente na praia

Passeio de atenção plena guiado por voz numa praia ao amanhecer (apoio complementar supervisionado; não é um teste de diagnóstico nem um dispositivo médico e não substitui um tratamento). O paciente avança suavemente por um percurso com paragens em sete zonas: acesso entre dunas, trilho de areia, praia aberta com vista para o mar, passadiço de madeira sobre o canal da maré, beira-mar junto às ondas, tronco de madeira sob a palmeira e miradouro das dunas. Inclui ancoragem com a areia e o som das ondas, caminhada consciente, atenção sensorial, desfusão ao observar a espuma e as algas levadas pela maré, soltar uma concha na onda que recua, exploração corporal junto ao tronco e encerramento. O mar tem maré: sobe e desce num ciclo lento, molhando e secando a areia. O paciente permanece SEMPRE em terra: não entra na água, não mergulha nem nada. O psicólogo escolhe a voz e a duração (15–35 min; até 22 min utiliza o percurso curto, sem beira-mar) antes de iniciar e ajusta o ritmo, o momento do dia e os volumes. Inclui respiração guiada configurável, movimento reduzido e interações opcionais com o olhar, sem retícula nem ponteiro.

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Relaxamento muscular progressivo guiado

Relaxamento muscular progressivo de Jacobson, na padronização de Bernstein e Borkovec, conduzido em tempo real pelo clínico (apoio complementar supervisionado; não é um teste de diagnóstico nem um dispositivo médico e não substitui um tratamento). O paciente está sentado ou deitado num pavilhão de madeira sobre água tranquila, à hora azul. Uma figura guia em espelho ilumina o grupo muscular a contrair, percorrendo o membro da zona proximal à distal. Dentro de cada grupo, o ciclo de tensão, descontração e observação mantém um ritmo fixo e reproduzível entre sessões; entre grupos, o clínico avança quando o paciente está preparado e utiliza o intervalo para conversar. Inclui protocolos de 16 grupos (sessões 1–2), 7 (sessões 3–4) e 4 (sessões 5 em diante), lado dominante configurável, repetição de grupos, âncora de mantra na mala e uma taça que o clínico pode tocar para recuperar a atenção. Pratica-se com os OLHOS ABERTOS, como indicado nas boas-vindas: a figura guia faz parte do método. Enquanto os clips de voz não estiverem disponíveis, o guião é apresentado em legendas.

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