Aviso Médico
O que a VRET é, e sobretudo o que não é. Dito antes de o descobrir por si.
Tradução de cortesia. Esta página é uma tradução para português da versão espanhola, oferecida para facilitar a leitura. Em caso de divergência, prevalece a versão em espanhol, que é a única com valor legal. Ver a versão espanhola.
Não é um dispositivo médico
No papel de apoio que hoje desempenha, a VRET não é um dispositivo médico certificado e não seguiu nenhum procedimento de avaliação da conformidade a esse título.
Não diagnostica, não prescreve, não emite juízos clínicos e não é utilizada de forma autónoma sem a supervisão de um profissional habilitado.
A responsabilidade clínica é do profissional
A indicação, a construção da hierarquia de exposição, a decisão de avançar ou recuar e a alta são do profissional que conduz a sessão.
A VRET fornece o ambiente e os controlos; não decide nada por si.
Riscos a ter em conta
A exposição em realidade virtual pode provocar desconforto vestibular. A literatura aponta para cerca de 15 a 25% dos adultos em sessões acima de 20 minutos.
Os cenários de exposição são estáticos por desenho e correm a 72 fps para reduzir esse efeito, e todos incluem a ação «Relaxar», que congela os estímulos num clique.
Recomenda-se rastreio prévio e o uso de um consentimento informado específico para realidade virtual, assinado antes da primeira sessão. Fornecemos um modelo.
Contraindicações a ponderar caso a caso: epilepsia fotossensível, perturbações vestibulares, patologia cardíaca descompensada e gravidez avançada.
Não substitui tratamento
Os cenários de relaxamento e as tarefas de atenção são apoio complementar supervisionado. Não são um teste de diagnóstico nem um tratamento por si só.
Se é paciente e chegou aqui, fale com o seu psicólogo ou médico: esta plataforma não se dirige a si.