Agorafobia — Cruzamento de Tóquio
Experiência conduzida pelo clínico, com ajustes durante a sessão.
Exposição gradual a espaços abertos e multidões (agorafobia), sob supervisão clínica, num cruzamento diagonal inspirado em Shibuya. O paciente começa debaixo de terra, no patamar de entrada de uma estação de metro (base segura, com torniquetes ao fundo), sobe a escada até à rua e avança por uma escala de exposição de 10 posições, de 5 a 100 m do abrigo coberto, ao longo do percurso diagonal. O psicólogo regula em tempo real a distância à saída (deslocações curtas a pé e longas com transição gradual), a densidade de pessoas (0–40 peões que atravessam com o semáforo e NUNCA se aproximam do paciente), o trânsito por vias com linha de paragem, a pressão social (apenas reduz a distância lateral, de 1,60 m para 0,55 m), a amplitude do espaço (coberturas do passeio e horizonte de nevoeiro), a hora do dia, o ciclo dos semáforos e o áudio urbano. Inclui regresso ao abrigo com um toque para reduzir a intensidade, pausa, movimento reduzido e saída de emergência. Apoio terapêutico supervisionado; não é um teste de diagnóstico nem um dispositivo médico.
Consulte a disponibilidade deste cenário e as opções de narração durante a demonstração.